Detalhar som

Classificação Científica

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Passeriformes
Subordem: Passeri
Parvordem: Passerida
Família: Thraupidae
 Cabanis, 1847
Subfamília: Sporophilinae
 Ridgway, 1901
Espécie: S. pileata

Nome Científico

Sporophila pileata
(Sclater, 1865)

Nome em Inglês

Pearly-bellied Seedeater


Estado de Conservação

(IUCN 3.1)
Pouco Preocupante

Fotos Sons

Caboclinho-coroado

O caboclinho-coroado ou caboclinho-branco é uma ave da ordem passeriformes da família Thraupidae.

Nome Científico

Seu nome científico significa: do (grego) sporos = semente; e philos = que gosta, amigo; e do (latim) pileata, pilleolus = com píleo, com chapéu, pequeno chapéu. ⇒ (Ave) com píleo que gosta de sementes ou (ave) com chapéu que gosta de sementes.

Características

O caboclinho-coroado mede cerca de 10 centímetros de comprimento e pesa entre 7,6 e 10 gramas.
O macho é de coloração geral branco pardacenta, com um boné escuro, rêmiges e retrizes também escuras. Apresenta espéculo branco distinto na asa.
Bico, íris, pernas e pés escuros.
A fêmea é marrom-olivácea nas partes superiores e branco-amarelada nas inferiores. As fêmeas dos caboclinhos em geral são muito semelhantes entre si, dificultando a identificação de cada espécie e possibilitando a mestiçagem. Os jovens apresentam a mesma coloração das fêmeas.
Os caboclinhos em geral, na muda de penas, adquirem uma plumagem esmaecida, só voltando ao normal na muda seguinte.

Subespécies

Espécie monotípica (não são reconhecidas subespécies).
(Clements checklist, 2014).

Alimentação

Granívoros. Se alimentam de sementes de gramíneas.

Reprodução

Hábitos reprodutivos…

Hábitos

É localmente comum em campos com gramíneas altas, cerrados abertos e áreas pantanosas. Fora do período reprodutivo, vive em grupos, frequentemente em meio a outras espécies que também se alimentam de sementes de gramíneas.

Distribuição Geográfica

A espécie ocorria somente no sul do Brasil, do extremo oeste de São Paulo, Minas Gerais, Goiás e sul do Mato Grosso do Sul até o leste do Paraguai e nordeste da Argentina. Sua distribuição, porém, vêm aumentando e se expandindo cada vez mais ao norte, agora sendo encontrado também no extremo sul do Mato Grosso, boa parte de Tocantins e já foi observado em Espírito Santo.

Referências

Galeria de Fotos